terça-feira, 5 de outubro de 2010



Filho de peixe, peixinho é.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ode ao auto-amor.


Ontem, à noite, tive minha primeira noite de amor comigo mesma.
A paixão exalava por todos os poros.
O tesão exalava por todos os poros.
-Amo este corpo. Amo meu corpo.
-Amo minha existência.
[Não consigo dormir]
-Pra mim mesma não precisa haver nenhum segredo.
-Nenhuma vergonha, nenhum pudor, nenhum descontento.
-Nenhuma dramatização, nenhum papel.
-Cada milimétrica imperfeição é conhecida.
-E eu amo todas elas.
-Porque elas sou eu.
-Amo este corpo pagão!
-Errante!!
-Vitíma de todos os maldizeres!!!
-Porque o paraíso reside nele.
-E eu...
.
.
.
Eu existo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009




A morte, surda, caminha ao meu lado.

(Raul Seixas)